28 de out de 2013

Nova Fanfic- Party Tonight!


O que queremos é nos divertir!
Sem que ninguém, ninguém nos atrapalhe.
O que queremos é ouvir a batida!
Sentimos vontade de dançar quando ouvimos aquele som,
só queremos dançar!
Juízo? isso é coisa do passado!
Quando chegamos as pessoas dizem:
"As rainhas da festa!" 
Amamos isso, amamos a zoação interminável.
Venha com a gente
zoe na Festa hoje à noite!

Notas

Os personagens estão na cara quem são,
mas irei postar mesmo assim, pois tem mais alguns em especial.
Amanhã eu posto os personagens.
Aguardem!
Beijos


24 de out de 2013

Hit The Lights - Capitulo 4 / Escola Maldita.


"Eu estou falando de unhas dos pés bem feitas
Experimentando todas as nossas roupas, roupas
Os garotos ligando em nossos telefones, telefones
No conversível ouvindo nossos CDs favoritos
Preparando para as festas
Tentando ficar um pouco bêbada"
-Tik Tok, Ke$ha

 "Dulce, Ed, Becky e Ross. Seriam inocentes? Ou não? Talvez ingênuos? Ou todos, ou nenhum... ? Só o tempo iria dizer. Talvez cada um escondesse um segredo."

 E Ross se levanta mais um dia. Somente com sua cueca box preta, segue até o banheiro. Faz sua higiene matinal e veste sua roupa: camisa polo azul, jaqueta preta, calça azul e supra branco. Ajeitou seu cabelo e se encarou no espelho. Soltou um suspiro, pegou sua mochila e desceu as escadas.
 -Bom dia. -disse a seus pais que estavam sentados na grande mesa de café.
 -Bom dia. -lhe responderam. Tomou seu café tranquilamente e foi se despedir de seus pais.
 -Filho? -seu pai lhe chamou. -Vai continuar? -perguntou lhe com voz e expressão suplicante.
 -Sim, pai. -O mesmo suspirou abaixando a cabeça.
 -Vai com Deus. -Ross sorriu sem mostrar os dentes. Pegou sua mochila e a chave do carro. Seguiu ate a garagem e entrou no mesmo. Um Audi preto. Assim que estava na segunda quadra antes da escola, estacionou o carro. Saiu e abriu o porta-malas. Tirou sua bicicleta verde-limão, trancou o carro e seguiu pedalando até a escola. Fazendo o que sempre fazia. O que fazia todos os dias.

P.O.V Becky

 Estava de manhã e eu pulava a janela de meu quarto para entrar no mesmo. Olhei no relógio e eram "6hrs e 30mins". Fui até meu banheiro e tomei um banho. Saí enrolada na toalha e me vesti. Coloquei uma lingerie preta junto com um short, uma regata branca e uma blusa xadrez grande e azul por cima. Coloquei meu all star cano médio preto e deixei meus cabelos soltos. Arrumei minha mochila, peguei meu fone e a mesma e saí do quarto. Meus pais estavam tomando café.
 -Bom dia. -disse ríspida.
 -Filha, sua alergia voltou? -não entendi a pergunta.
 -Por que, mãe?
 -Seus olhos estão vermelhos e pequenos. -na mesma hora entendi.
 -Sim. -respondi sem olhá-la. Comi uma maçã com suco de laranja.
 -Vamos. Hoje eu te levo. -meu pai disse. Me levantei, me despedi de mamãe e o segui até o carro. Sentei no banco de carona, coloquei meu fone e fui o caminho todo olhando pela janela.
 Ele parou o carro depois de meia hora. Minha escola não ficava tão longe assim. Tirei o fone e o olhei.
 -Onde eu to?
 -Onde você já deveria estar a muito tempo.  Bem vinda a sua nova escola. -olhei para frente e vi um prédio bege e com cara de envelhecido.
 -O que? Nova escola? -vi os alunos de uniforme. As meninas com saias azuis, blusas brancas e gravatas vermelhas. Os meninos também porém, de calças azuis. -Eu não vou estudar ai!
 -VAI! -ele gritou. -Você acha que me engana, Rebecca? Eu sinto o cheiro de cigarro e seu sei muito bem o porque de seus olhos vermelhos. -me encolhi com o olhar acusador dele. -Desce do carro.
 -Mas e...
 -DESCE AGORA! -ele gritou me interrompendo.
 -Merda de vida. -Abri a porta e saí com minha mochila pendurada no ombro esquerdo e meu skate na mão direita. Suspirei e andei até o alto portão de grades pretas.
 -Rebecca Marie Gomes? -olhei para trás e vi uma mulher toda de preto.

P.O.V Selena

 Cheguei na escola e todos estavam falando comigo. Falavam que me viram na televisão, que ficaram preocupados... e eu estava adorando, lógico.
Estava andando no corredor vazio ate meu armário.
-Selena! -me virei para trás e vi Edward correndo em minha direção. Sorri para ele e esperei o mesmo chegar até mim. -Ér.. oi. -disse meio sem jeito.
-Oi, Ed! -fingi empolgação. Apostava que ele ia dizer..
-Eu te vi ontem na tv. -Sabia.. -E.. queria saber se você esta bem.
-Estou sim. Nossa eu fiquei sem saber o que fazer ontem!
-Você estava indo ao mercado, ne?
-Sim. -Continuei com meu sorriso no rosto.
-Eu tenho que ir agora. Depois nos falamos. Tchau. -Sério?
-Tchau, Ed. -Ele saiu correndo de onde veio. No fim do corredor vi que Ross esperava por ele.

P.O.V Ed

 Estávamos todos na sala de aula. Não havia visto Becky desda noite anterior quando seu pai nos expulsou de sua casa. O professor estava sentado em sua cadeira.
 -Silêncio, turma. Bem, vamos a...
 -Com licença, professor. -Olhei para porta e vi Selena. A tão doce e tão bondosa Selena. Ela entrou e se sentou em sua mesa. Continuei a olhando.
 -Bem, como ia dizendo: vamos a chamada. Alice Parker?
 -Aqui. -ele começou a chamar o nome de todos. Ate que chegou no meu...
 -Edward Sheeran? -Estava hipnotizado olhando os lindos, brilhantes e macios cabelos de Selena.. -EDWARD SHEERAN??
 -Presente. -O professor já tinha chamado tantas vezes que teve que gritar para me tirar do transe. Ele continuou chamando o nome de todos.
 -Rebecca Gomez? -Ninguém respondeu. -Rebecca? -ele repetiu. Não houve resposta. Olhei para trás e vi a carteira de Becky vazia. Eu, Ross e Dulce nos entre olhamos.

P.O.V Becky

 Eu estava em uma MERDA de escola. E o pior é que era um internato. Eu não ia voltar pra casa ate o final do ano! Mano, eu estava quase me matando. Os alunos eram todos estranhos. A escola era toda estranha. Eu estava em uma sala estranha. Todos tumultuados em seus grupinhos. O professor, um velho gordo, careca e rabugento, estava sentado em sua mesa fazendo a chamada. Era professor de historia.
 -Rebecca Marie Gomez? -Ele chegou em meu nome.
 -Eu. -Respondi. Todos olharam para mim com aquelas caras de quem olha para alunos novos e esquisitos. O professor seguiu com a chamada e depois deu sua aula chata.
O sinal finalmente tocou para o intervalo. Peguei minhas coisas e segui até meu armário.
 -Rebecca? -olhei para trás e vi um garoto loiro e do mesmo tamanho que o meu. O conhecia de algum lugar. -Não me reconhece, ne?
 -Desculpa, mas não. -Ele riu debochado.
 -Deveria, MG. -Meu Deus...
 -Gray?
 -Em carne, osso e uniforme. -Ele sorriu. -Mas então, por que está aqui? -Esqueci de mencionar o nome da escola, ne? Pois então, o inferno se chamava "Drip&Drips". Super criativo, não?
 -Por que eu tenho um pai louco. -Começamos a andar.
 -Um pai louco OU esperto.
 -Pode ser. Deixa eu te pergunta: por que "Drip&Drips"?
 -Porque o fundador se chamava Drip e dizia que todos aqui eram meio que "Drips". Cada um tinha um pouco dele. Ai ele colocou o nome de "Drip&Drips". Seu nome e nosso apelido.
 -Nossa. Mas por que está aqui?
 -Meus pais encontraram você sabe o que dentro de uma meia minha na gaveta de meias. -guardei minhas coisas no armário. Segui com. Gray até o refeitório onde nos sentamos junta a... Ellen?
 -Ora, ora. Olha quem veio nos juntar a nós.
 -Ellen. Todos de lá estudam aqui?
 -Não. Eu entrei nessa merda a uma semana. Gray estuda aqui desdo início das aulas.
 -Nossa...
 -Então, MG. Temos uma festa para ir está noite. Ta afim? -Gray perguntou.
 -Como vamos sair?
 -Só pular o muro. Vamos, vai ser divertido. Só vai eu, você ele. -Pensei. Eu já estava naquela merda de escola. Que era uma merda de lugar. Porque meu pai era um babaca. Então, já que eu estava ali, iria me divertir.
 -Eu topo.
 -Assim que eu gosto. Mas olha só, você e Ellen são minhas garotas. Não quero você agarrada com outros caras.
 -Até porque são todos uns filhos das putas. -Rimos. Continuamos conversando e fomos para mais aulas entediantes. Era meu último horário e eu não era a mesma aula de Gray e Ellen. Ótimo, pensei. Peguei o livro de química em meu armário e comecei a andar em direção a sala. Um garoto alto e cabelos pretos parou em minha frente bloqueando minha passagem.
 -Oi, docinho. -Docinho? Sério? -Me chamo Mark. E você?
 -Rebecca.
 -Rebecca. Nome bem bonito. Então, gostosa. -Ele me olhou dos pés a cabeça. Colocou sua mão na minha cintura e foi descendo... descendo... quando ele ia passar suas mãos no meio de minhas pernas, se é que me entende, bati na mesma a jogando longe.
 -Que porra você pensa que ta fazendo?
 -Ué, gata, você não quer?
 -Claro que não! Vai pra puta que te pariu, garoto!
 -Cadê a educação?
 -Por favor, vá para a senhora sua mãe que é prestadora de serviços sexuais. -Sorri falso e segui até a sala. Garoto idiota.
 Estava em meu quarto acabando de me arruma para a tal festa. A escola era, tipo, GIGANTE! Sério, me perdi umas cinco vezes. Coloquei uma camiseta preta que ia ate em cima do umbigo folgadinha, uma calça jeans preta meio rasgada e um all star preto. Vesti meu casaco preto por cima e deixei meus cabelos soltos. TOC TOC. Abri a porta e vi Gray e Ellen. Gray estava com uma calça jeans preta, supra preto e camisa social preta. Ellen estava com um vestido brilhante preto meio folgadinho, um salto agulha preto e uma meia calça preta. Um sobre tudo preto a protegia do frio. Todos sorrimos. Preto era nossa marca da noite.
 -Vamos. -Gray disse. Assim, eu e Ellen seguimos ele ate o muro da escola.

 Continua.

NOTAS

 Oi coisas lindas, gostaram do capítulo? Então, ta uma merda, eu sei, mas é que eu quis deixar a parte da festa para o próximo capítulo.
 Ah, não esqueçam de ir no nosso outro blog (Diary Virtual).
 É isso lindas.
 Beijo;*


NO PRÓXIMO CAPÍTULO

-Selena?!
-Que?! Quem é Selena?

-VOCÊ É A SELENA!

Música do capítulo:Tik Tok

Truths and Lies- Capitulo 3/ A verdade mandou lembranças pra ti, Justin Drew Bieber.

 Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - Truths and Lies - Capítulo 6 - A verdade mandou lembranças pra ti, Justin Drew Bieber
“A minha vida inteira, eu nunca estive presente. Sou apenas um fantasma, fugindo do medo”.
-City of Angels, 30 seconds to mars.
P.O.V Justin
Bati a porta da casa. O silêncio percorria o local, eu só escutava o som de meus próprios passos.
-Selena!- gritei. Esperei alguns segundos e não obtive resposta.
Subi as escadas apressadamente. Mil pensamentos percorriam a minha cabeça, mas eles se cessaram quando cheguei ao último degrau, e dei um passo em falso, que fez eu quase bater a cara no chão.
Olhei em quase todos os cômodos. Só me restava o quarto do fim do corredor, onde eu e Selena dormimos.
A porta estava fechada. Girei a maçaneta fazendo com que a mesma se abrisse.
O ranger da porta, arrepiou-me.
Por incrível que pareça, Selena não estava no quarto. Ela sempre ficava lá quando eu saia!
Onde ela está agora?
Só de pensar nas repostas inconvenientes para a minha pergunta, me surgia um vazio.
Um vazio que só ela pode preencher.
Sentei na beira da cama. Sinto o cheiro dela percorrendo o quarto. Onde está você Selena?
Fiquei sentado ali por um longo tempo. Quando voltei novamente para o meu eu, para o mundo cruel e realista, me peguei olhando diretamente a foto do meu pai e seus amigos, mas percebi algo estranho atrás dela.
Um envelope verde!
Eu tinha 99% de certeza que a carta foi escrita por Selena. Peguei-a de cima da escrivaninha e comecei a ler.
“Justin,
Eu estou muito, muito confusa com tudo o que está acontecendo. Eu sei que eu prometi ficas sempre ao seu lado, e eu vou, mas... Eu preciso de um tempo.
Seu guardião, aliás, NOSSO guardião, me visitou. Ele me contou tudo, tudo sobre à casa assombrada, de certa forma, acho que ele me contou tudo. E Justin, eu estaria bem melhor se você tivesse me contado essa historia antes, antes de tudo sabe? Claro que eu te apoiaria, eu sempre te apoiei em tudo Justin! Porque mentes tanto para mim? Porque todos sempre têm algo a esconder de mim? Nós não somos como antes...
Enfim, vou visitar minha mãe.
Não vá atrás de mim.
Não vá!
-A VERDADE MANDOU LEMBRANÇAS PRA TI, JUSTIN DREW BIEBER.
Assinado: Selena Gomez.
Um arrepio percorre meu corpo.
Eu preciso ir até o aeroporto agora! Eu sei que ela disse para eu não ir atrás dela, mas é perigoso andar sozinho por ai quando me conhece.
Peguei as chaves de um antigo carro do meu pai, uma caminhonete vermelha, e sai.
O aeroporto ficava a uns 20 minutos de casa, mas eu- na velocidade que estava- demoraria mais ou menos uns 10.
O transito estava feio.
Enfim, eu havia acabado de chegar e meu celular começa a vibrar no meu bolso da calça preta larga que Selena me dera de aniversário.
-Alô- eu disse.
-Sr. Justin Drew Bieber?- a voz de uma moça falou na outra linha.
- Sim, eu mesmo.
-Sinto em dizer, mas... - ela fez uma pausa- a Sra. Selena Marie Gomez estava no vôo 0096 para o Texas, e o avião- ela pausou novamente- o avião caiu.
Deixei meu celular cair.
Meu celebro de merda estava demorando a decifrar aquelas palavras, eu estava completamente paralisado.
PORRA!
Bati forte no volante. Meus olhos estavam embaçados, não conseguia conter as lágrimas.
Percebi que a moça, que acho que deve ser a Comissária de Bordo, ainda estava na linha, gritando meu nome. Abaixei-me e peguei meu celular que estava no chão do carro.
-E-ELA M-M-ORREU?- gaguejei. As lágrimas não paravam de cair, simplesmente rolavam pelo meu rosto.
-Não. Os ferimentos dela são leves, mas de acordo com os médicos, ela deve ter batido a cabeça muito forte, dá para perceber pelo corte que está ao lado de seu olho esquerdo e ela está até agora inconsciente. – Ela pausou esperando que eu dissesse algo, mas permaneci quieto- Sinto muito Sr.Bieber.
 -Eu sei que sente. – eu disse seco- Onde ela está? Eu preciso vê-la.
-E é por isso que eu te liguei Sr.Bieber. - Puta que pariu, pare de me chamar de senhor e me fale logo onde ela está porra, pensei. – Ela está no Hospital Works Mankkonvish.
-Obrigada.
Desliguei o celular.
Apressado liguei o carro. As lágrimas ainda estavam lá. Dançando a dança da tristeza nele.
Dirigi a toda velocidade até o hospital. Cheguei lá e fui direto para a recepção.
-Eu sou o Justin Drew Bieber, namorado da Selena Marie Gomez. O avião dela caiu e eu preciso vê-la imediatamente.
-Espera aqui Sr.Bieber- disse uma mulher de cabelos louros, óculos grandes pretos e bem alta.
Eu me sentei na recepção, praticamente me sentindo um monstro, um fantasma, fugindo do medo. Eu estive todo esse tempo mentindo para a Selena. Ela não merece isso.
ELA NÃO MERECE.
CONTINUA.

23 de out de 2013

Olá pessoas do meu ♥

oi oi gente e.e
Eu to aqui meio que pra jogar papo fora,
mas eu preciso comunicar uma coisa
eu e a Su criamos outro blog, onde conta coisas da nossa vida e tal,
Eu queria pedir que vocês o acompanhassem eu sou muito cara de pau e.e
Esse blog vai continuar normalmente, 
como sempre foi.
Eu ia esquecendo, no AnimeSpirit
nós vamos "reconstruir" a fic Por trás das Fotos
se quiserem acompanhar "Essa" é a conta minha e da Susan,
é só vocês procurarem lá na tag "Fanfics"
ainda não começamos, mas em breve postaremos ela novamente.
Beijos, beijos
amo vocês 


15 de out de 2013

Hit The Lights - Capitulo 3 / Alívio.


"Mais uma dose desce como gelo
Lhe aquece nesse descabelo, frio, entre olhares de nojo
E zelo
Um apelo no deserto
Tudo por uma volta ao passado,só alguém que queira
Ter-lo perto"
-Dama de Branco, Rashid.

P.O.V Becky

 Estávamos nos divertindo tanto que nem vimos a hora. Fazia tempos que eu não me detraía assim. Nos tornamos bastante amigos. Como se nos conhecêssemos a anos (o que não deixa de ser verdade. Somente não conversávamos).
Todos sentados no sofá vendo um filme, se não me engano "11:14" era seu nome. Ficamos intrigados. Não conseguíamos tirar os olhos da televisão nem por um minuto. Evitávamos ao máximo até mesmo piscar. A cada cena de suspense, enfiávamos pipoca na boca ou bebíamos bem rápido nossos copos de refrigerante.
 Estava no clímax. Havíamos acabado com a pipoca e o refrigerante. Grudados o máximo possível. Não passava nem mesmo vento entre nós (estava assim: Dulce, Ross, eu e Ed). Na cena onde havera tanto suspense que já não havia unha em meus dedos. E, de repente, assim que todo aquele horroroso e tenebroso suspense iria acabar, levamos um susto.
 -Que porra é essa? É suruba? -Olhei e vi meus pais. Eu parei. Meu pai estava com o rosto vermelho e com um olhar de quem ia matar um por um. Minha mãe estava desesperada com medo do que meu pai poderia fazer. Os outros estavam meio "O que está acontecendo? São seus pais?". Eu estava completamente parada. Não sabia o que dizer.
 -Ai.Meu.Deus. -Disse pausadamente. Todos olhavam para mim.
 -Se explica agora, caralho! -Meu pai gritou. Me deixando ainda mais sem reação. Ele não gostava que eu levasse ninguém para casa sem a permissão deles. Principalmente meninos.


P.O.V Austin

 Abri meus olhos lentamente tentando me acostumar com a claridade. Assim que consegui, não sabia onde estava. Fiquei de busso e olhei tudo ao redor. Estava em uma cama grande de casal. Era bem macia porém não afundava tão facilmente. Com lençóis azul escuro e edredoon branco, percebi que não era meu quarto. Olhei ele todo em volta tentando achar alguma "pista". Era um quarto de paredes bege, sua mobilha era branca e preta. Em um canto, avistei uma escrivadinha branca com detalhes e gavetas em preto. Em cima havia um notebook, tablet e um porta retrato. Me levantei rápido, o que me fez estremecer. Senti um ar gelado em direção a minha pele quente. Olhei para meu corpo e vi que estava somente de cueca box e meia. Andei até a escrivadinha dando meia volta na cama. Peguei o porta retrato e vi uma mulher de cabelos longos e pretos. Olhos marcantes. Logo me recordei da noite anterior e sorri malicioso. Olhei para meus pés e vi as meias.
 -Ah, merda! -resmunguei. Mulheres broxam quando vêem homens de cueca e meia. Não todas, porém, se não a maioria, quase todas. Não me recordava muito bem o que aconteceu depois que passei por aquela porta.
 Peguei minhas roupas que estavam jogadas no chão e as vesti. Calçei o tênis e andei em direção a janela. "Ótimo, não é alto", pensei. Não gostava de ver as mulheres que eu comia depois de come-las. Tinha que ficar enrolando elas e com algumas ser grosso. Então, na manhã seguinte, sempre saia de fininho. Não gostava de pega a mesma mulher muitas vezes.
 Pulei a janela e caí em um jardim."Tem alguém ai?", ouvi-la pergunta de dentro da casa. Andei rápido ate a cerca e a pulei. Soltei um ar de alívio e andei calmamente pelo jardim do vizinho. Ouvi um latido e, quando olho para trás, a um cachorro enorme, preto, me encarando. Tipo, eu não sei a raça dele, só sei que ele queria me devorar.
 -Calma, amigão. -Disse andando bem devagar. A cada dois passos que eu andava para trás, ele dava "um" para frente.


P.O.V Becky

 Ouvi eles baterem na porta.Eu não queria ver eles. Não depois do que me fizeram passar! Eles simplismente expulsaram meus amigos de casa. Cara, isso não se faz! Eu estava jogada na cama, agarrada com o meu travesseiro chorando.
 -REBECCA, OU VOCÊ ABRE ESSA PORTA, OU EU COLOCO ELA A BAIXO!
 -Foda-se... -sussurrei contra o travesseiro.
 -BECKY, É A MAMÃE. ABRE AQUI POR FAVOR!
 -Dane-se .. -sussurrei novamente.
 -PARA DE PROTEGER ELA!
 -EU NÃO ESTOU A PROTEGENDO, ELA NÃO ESTAVA FAZENDO NADA DEMAIS! SÓ ESTAVAM VENDO UM FILME.
 -SÓ? SÓ VENDO UM FILME? ELES ESTAVAM EM CASAIS E ELA ESTAVA AGARRADA A UM GAROTO QUE NEM A VADIA DA AMIGA DELA! ELES NÃO PRESTAM!
 -NÃO FALA ASSIM..
 -FALO COMO EU QUISER! E VOCÊ, COMO MINHA MULHER, TEM QUE FICAR AO MEU LADO!
 -MAS.. -coloquei meus fones. enquanto eles discutiam, eu coloquei um casaco preto, skate e meu fone. Pulei a janela e subi em cima do skate andando o mais rápido que eu podia. Coloquei a mão no bolso do casaco e tirei um isqueiro e a caixa de cigarro. Acendi um e coloquei na boca indo em direção ao velho e abandonado beco.
 -Olha quem está de volta pessoal, a velha MG! -depois de tempo o suficiente para acabar om o cigarro, eu chego ao beco. Gray disse ao me ver. Ele era bem bonito. Era mais ou menos do meu tamanho, cabelos loiros, seus olhos claros e seu corpo vagamente sarado.
 -Oi, gente. Oi, Gray. -cumprimentei a todos.
 -Toma, isso talvez de faça bem. -me virei e vi Ellen. Uma menina do mesmo tamanho que Gray, cabelos curtos, lisos e pretos e usava óculos. Ela estava com sua mão esticada na minha direção. Ninguém ali sabia o nome de ninguém. Não todo. Lembro até hoje do primeiro dia que tive contato com eles...

 "Eu assisti a mais uma briga e agressão entre meus pais. Não aguentava mais isso. Precisava pensar. Precisava me aliviar com algo. Peguei meu cigarro, me skate e pulei a janela. Era a primeira vez que eu fazia isso. Mas eu PRECISAVA! Havia acabado com dois cigarros, ia para o terceiro quando passei em frente ao beco. Parei o skate para acender o cigarro. Olhei para o chão e vi algo com o mesmo formato do mesmo. Abaixei, peguei e analisei. Sabia muito bem o que era. Porém, naquela noite, só o cigarro não estava me ajudando. Acendi o que estava nas minhas mãos e coloquei na boca.
 -Ei, garota! -olhei para o beco. E vi um garoto loiro de casaco preto. Todos estavam assim. Umas cinco pessoas. -Venha aqui, não tenha medo. -pensei um pouco e comecei a nadar a em direção a eles entrando no beco. Ele era escuro. Só havia iluminação onde eles estavam. Uma lada de lixo grande, quadrada e verde em um canto. Algumas poças de lama pelo chão porém continuei seguindo. As paredes pareciam de casas abandonadas. Cheguei perto deles e parei. -Vejo que temos algo em comum. -ele olhou para o que estava entre meus dedos. -Todos aqui também fazemos isso. Venha. Se junte a nos. -sentei em cima de uma das ladas grandes. -Aqui todos fazemos isso quando precisamos "espairecer". Me chame de Gray. Ela, -ele apontou para uma garota de óculos e cabelos negros -, é Ellen, essa de cabelos azuis é Blue, -ele riu-, esse de percingi é Petter e, por último, Gong. E você, como quer ser chamada? -pensei um pouco.
 -MG."

 A partir daí, quase todas as noites ia lá. Só que, eu não ia a algumas semanas. Mas eu PRECISAVA daquilo. Me juntei a eles e passei mais uma noite ali.

 Continua.

NOTAS

Oi pessoal, tudo bem? Então, desculpa a demora é que a imaginação fugiu '-'. Bem, eu encontrei ela heheh. Deve ta uma bosta merda. Mas, pelo menos eu postei. Não sei quando vai dar para postar o próximo. É isso, pessoas lindas. Beijo ;*

NO PRÓXIMO CAPITULO

-Onde eu to?
-Onde você já deveria estar a muito tempo.

Música do Capitulo: Dama de Branco
Ps: o Gray. Não posso postar a Ellen '-'

Truths and Lies- Capitulo 2/ Lado Sombrio

Todos tem um lado sombrio, o meu é o MEDO de olhar para trás.

Já estava tarde, Justin tinha ido com o Jared e o Rick até a faculdade buscar alguns livro na biblioteca da mesma, para um trabalho. Eles faziam faculdade de, tipo, Investigação Criminal.
Eu estava sozinha em casa, sentada na poltrona da sala de estar lendo, mas eu estava meio sonolenta, e acabei cochilando sentada, ali mesmo. Acordei depois de alguns minutos suando frio, meio sem folego. Levantei da poltrona e tropecei em algo, no livro que eu estava lendo que acabou caindo no chão. Peguei o livro e coloquei em cima da mesa, fui até a cozinha beber um copo d'água e percebi que havia algo errado.
Subi as escadas para ir até meu quarto, que ficava no andar de cima. Durante o percurso, escutei passos vindo do mesmo, achei que poderia ser o Justin, e então pensei em várias outras coisas que poderiam ser, mas me concentrei na escada.
Cheguei perto do comodo. Espiei pelo vão da porta, que estava entre-aberta, e vi um homem com uma capa branca suja de sangue sentado na cama encarando a foto que Justin havia me mostrado mais cedo. Minha mão bateu na porta, oque provocou um enorme ruído. O homem se virou mas pareceu não ligar por eu estar ali.
- Não precisa ter medo de mim -o homem disse, na hora me assustei com aquela voz rouca, estranha, mas tive um pressentimento que podia confiar nele- , eu sou o guardião do Justin, sou tio dele, e, a partir de hoje me torno seu guardião também.
- Meu guardião? -falei ainda parada na porta- GUARDIÃO?
- Justin é vigiado cada segundo, não só o Justin, todos nós. Eu preciso proteger vocês para que ELE não os pegue.
- Desculpe, mas pode me explicar direito?- eu estava totalmente confusa, não lembrava nem oque o meu "suposto" GUARDIÃO havia dito segundos atrás.
- EM UMA NOITE DE DOMINGO ONDE SE PODIAM OUVIR OS TROVÕES DE UMA TERRÍVEL TEMPESTADE. UMA HUMILDE SENHORA FOI BRUTALMENTE ASSASSINADA EM UM BECO ESCURO, PRIMEIRAMENTE CORTOU-LHE A GARGANTA PARA QUE NÃO PUDESSE GRITAR EM SEGUIDA A ESQUARTEJOU E ESPALHOU SUAS PARTES PELO BECO, QUE FICOU TERRIVELMENTE SUJO DE SANGUE. NA MANHA DE SEGUNDA FOI ENCONTRADO O CORPO DA VITIMA E A ÚNICA EVIDENCIA ERA UM CIGARRO. POR UM MÊS A CADA DOMINGO MORRIA UMA PESSOA CADA UMA DE UMA JEITO DIFERENTE, A SEGUNDA VITIMA, POR EXEMPLO, FOI ENFORCADA COM UM UMA CORRENTE CHEIA DE CRAVOS E ESPINHOS, A TERCEIRA FOI DESMAIADA COM UMA FORTE PANCADA E APÓS SER VIOLENTADA, RECEBEU ALGUMAS INJEÇÕES DE AR NAS VEIAS.
TODOS AQUELAS MORTES ACONTECERAM TINHA COISAS EM COMUM, PRIMEIRO O ASSASSINO FAZIA QUESTÃO DE ESPALHAR PARA TODOS OS LADOS O SANGUE DAS SUAS VITIMAS, ALÉM DISSO, TODAS AS VITIMAS TINHAM ALGO EM COMUM, ERAM PESSOAS NORMAIS MAIS QUE SECRETAMENTE COMETIAM PECADOS CAPITAIS E TODOS OS CASOS ACONTECERAM EM BECOS POR ISSO A POLICIA E A POPULAÇÃO COMEÇOU A OBSERVAR ESPERANDO ENCONTRAR O CULPADO.
ENTÃO NA QUINTA NOITE DE DOMINGO OUTRA PESSOA FORA ASSASSINADO, DESSA VEZ ELE DESFERIU UMA FACADA LETAL NA VITIMA E EM SEGUIDA COMEÇOU A ARRANCAR SEUS ÓRGÃOS COMO OS OLHOS, SEU ESTOMAGO ENTRE OUTROS COM AS MÃOS, A PARTIR DE UM CORTE NA BARRIGA DA VITIMA. PORÉM NO DECORRER DO CRIME ELE FOI VISTO, ERA UM HOMEM ALTO COM A BARBA MAL FEITA E FUMANTE E UMA TATUAGEM NAS COSTAS DE UMA CAVEIRA.
TODOS SABIAM QUEM ERA O CULPADO POR TERRÍVEIS ATOS, ERA UM ÓRFÃO QUE MORAVA NA ÁREA INDUSTRIAL DA CIDADE, ONDE POUCAS PESSOAS MORAVAM E QUE SÓ ERA CONHECIDO NA CIDADE DEVIDO SUA FÉ E DEVOÇÃO PARA COM A IGREJA, SEM CONTER SEU ÓDIO À POPULAÇÃO SE DIRIGIU À RESIDÊNCIA DELE, UMA CASA BEM VELHA, TODA QUEBRADA, COM UM PÉSSIMO CHEIRO E SANGUE POR TODOS OS LADOS, E FIZERAM JUSTIÇA COM SUAS PRÓPRIAS MÃOS ATEANDO FOGO NA CASA COM ELE DENTRO.
APÓS O INCÊNDIO A POLICIA ENTROU NO QUE HAVIA RESTADO DA CASA, PORÉM NÃO ACHOU NENHUM VESTÍGIO DELE APENAS UMA VELHA MASCARA DE GÁS, A FACA USADA NOS ASSASSINATOS, UM MAÇO DE CIGARROS UM POUCO QUEIMADO E EM UMA PAREDE QUE NÃO HAVIA SIDO QUEIMADA AS SEGUINTES PALAVRAS:
"EM AVISO Á ESSA CIDADE PROFANA E PECADORA... A IRÁ DOS CÉUS CAIRÁ SOBRE VOS E IRAM PAGAR COM SUAS ALMAS PELO QUE ME FIZERAM... EU VOLTAREI DAS TREVAS E IREI ME VINGAR"
APÓS SETE DIAS A CASA ONDE O JUSTIN DISSE QUE O PAI DELE E OS OUTROS AMIGOS ESTAVAM, MISTERIOSAMENTE PEGOU FOGO MATANDO GRANDE PARTE DOS QUE LÁ DENTRO ESTAVAM E TODOS QUE SOBREVIVERAM DISSERAM OUVIR AS RISADAS E GRITOS DE AGONIA DE UMA ALMA RENEGADA. BOMBEIRO DISSERAM AFIRMAR QUE A CASA PEGOU FOGO EXATAMENTE AS 3:33 E TODOS QUE FICASSEM LÁ DEPOIS DESSE HORÁRIO CONHECIAM PESSOALMENTE O DEMÔNIO. - ele abaixou a cabeça, olhou para a foto, e vi uma lagrima escorrer pelo seu rosto pálido.
- Justin só tinha me contado a última parte. - falei caminhando até onde ele estava.
- Ele nunca soube o "antes" da história.- ele disse se levantando e deixando o retrato na cama- De lembranças ao Justin, Selena. Agora eu preciso ir. -ele estalou os dedos e desapareceu.
Eu nunca, nunca perguntei ao Justin oque o entristecia daquele modo. Me sinto culpada por tudo oque está acontecendo, as perseguições, eu até preciso de um GUARDIÃO! Eu quero morrer. Meu lado sombrio grita por isso. Todos temos um lado sombrio, o meu é o MEDO de olhar para trás. Lembrar o que já fiz. Lembrar oque eu nunca fiz, e lembrar o que eu nunca farei, depois de hoje.
CONTINUA.

Oi oi gente, como vão? Eu estou meio atordoada com tudo oque está acontecendo. Sempre irei postar na terça, sempre. Espero que estejam gostando. Essa história que o guardião contou é uma lenda, "O DEMÔNIO SANGRENTO". Acho que é só isso.
Kisses '
gostei desse cachorrinho *u*

8 de out de 2013

Truths and Lies - Capitulo 1 / Diferente



Cansei de ser assim... Eu quero ser diferente
Na hora, pensei em atirar, mas abri a porta com tudo e sai correndo. Comecei a gritar pelo Justin que ainda estava jogado no chão. Após alguns gritos e balanços, ele se levantou e saímos correndo até onde a Hayley estava, boquiaberta nos olhando. Eu sempre tive pressentimento que ela sabia de tudo oque acontecia por ai, mas ela parecia mesmo assustada.
Entramos rápido para dentro da casa e trancamos a mesma. Olhei para os dois com uma cara de "Explica essa PORRA agora"
-Que foi?- Justin disse como se não soubesse o que eu estava pensando.
-Que foi? - eu gritei- Você disse: QUE FOI ?- falei ainda mais alto.
-Selena, bem vinda a minha vida gata !
-Justin, é sério, me diga, o que aconteceu com aquele cara pra ele tentar me sequestrar?
Justin suspirou, veio até minha direção e me abraçou. Como se disse-se "Está tudo bem." só com um abraço. Olhou para Hayley que estava ali parada nos observando  como se nós fossemos artistas de novela.
-Hayley- Justin fez uma pausa- Eu vou subir com a Selena, voltamos logo- ela assentiu e segui em direção a sala de estar, pegou o livro "Querido John" que estava em cima da mesa de centro e começou a ler.
Justin segurou meu braço e me puxou em direção a escada. O que ele iria me contar seria comprido, bem comprido, e ele até chegarmos ao quarto, estava elaborando oque me diria.
Entramos no quarto, eu me sentei na poltrona e ele na cama. O silêncio percorria o cômodo inteiro, indo de um lado para o outro, fazendo com que nós ouvíssemos apenas os barulhos dos corvos. Isso me arrepiava.
Como Justin não falava nada resolvi dar o "impulso"
-Justin- suspirei- eu estou esperando.
Ele deu um suspiro longo, arratou seu corpo até a escrivaninha e abriu a gaveta. De lá pegou um porta retrato preto, pequeno e com aparência de velho, porém,  com a foto aparentemente conservada. Ele acenou com mão dizendo para eu me sentar ao lado dele. Em vez disso eu me levantei e sentei no colo dele. Eu estava brava com o Justin, mas adorava sentar em seu colo, como uma criança, uma criança grandona
-Selena- disse ele- eu não quero que você fique brava comigo por eu não ter te contado antes. Você é minha namorada, e eu devia te contar tudo... me desculpa Sel- ele acariciou meu rosto esperando alguma palavra sair de minha boca.
-Justin, o importante é que você me conte- ele mordeu os lábios, isso sempre o deixa mais sexy e tentador- e claro que eu te desculpo, mas agora me conte.
Ele me mostrou a foto do porta retrato. No mesmo, havia três rapazes aparentando uns 16,17 anos. O da esquerda eu reconheci, era o "Tio Jake", o pai do Justin que havia morrido a 9 anos atrás, quando eu só tinha 12 anos e o Justin 10. O da direita, eu sabia que o conhecia, mas não lembro de onde, e o do meio, eu não faço a mínima ideia.
- Esse é meu pai e seus dois amigos, Math, o da direita, e David, o do meio- ele disse sem tirar os olhos da foto- você deve estar se perguntando o porque de eu  estar te mostrando essa foto e oque ela tem haver com o que aconteceu hoje- definitivamente, eu estava pensando isso- eu vou explicar. Os três nessa foto estavam em uma festa de Halloween, e na casa que eles estavam, muitas pessoas diziam que ela era mal assombrada e ninguém poderia ficar lá depois das 3:33 da manhã morre. Meu pai e os outros amigos ficaram até 4:44, eles não morreram, mas tiveram um castigo, irrecusável, se tornar aliado do diabo- Quando ele falou aquilo, eu não acreditei- E supostamente, todo filho do aliado do diabo, é obrigado a ser aliado do diabo também quando completasse 10 anos, ser entregue ao diabo. E meu pai morreu por isso, porque não quis me entregar para ele e até hoje o diabo me persegue.
-Justin, me desculpe por tudo o que eu disse, isso é grave, e eu estou com você, juntos, não importa o que acontecer. Não quero mais ser daquele jeito, cansei de ser assim, eu quero ser diferente !- eu disse, agora em pé, gesticulando mais com as mãos do que ironicamente falando.
Justin pareceu despreocupado, as minhas palavras confortaram ele, oque era a intensão.
Ele sorriu com um ar malicioso. Mordeu os lábios, me pegou pela cintura com seu jeito sexy, me jogou na cama e me beijou.
CONTINUA.



Oi oi gente linda, me desculpem pela demora, é que é meio difícil elaborar histórias de terror ( pelo menos com sentido). Eae estão gostando? Espero que sim u.u
Acho que vou postar sexta, acho.
Kisses '



7 de out de 2013

Hit The Lights - Capitulo 2 / Segredos.





Mulheres são a melhor desculpa, o melhor motivo, 
a melhor maneira pra se sentir vivo,
melhor razão pra sair, melhor razão pra ficar, 
motivação pra sorrir, inspiração pra cantar...
-Chegaí, Emicida.


P.O.V Becky

 Estávamos todos na minha casa: eu, Dulce, Ross e Ed. Maldito trabalho de matemática! Estávamos com a cabeça só que era números. Acho que se alguém perguntasse meu nome eu ia responder 64. Não sei porque esse número então, não me pergunte.
 -Aaah, chega! Eu não aguento mais esses números, símbolos, letras... tudo misturado, aah! -Rimos da "crime" do Ross.
 -Eu concordo. Também não aguento mais esse bagulho! -eu disse tacando os cadernos do chão.
 -Já que é assim, o que faremos?
 -Eu tive uma idéia, Ed. Que tal a gente contar coisas que ninguém mais sabe sobre nós? Acho que é uma forma de nos aproximar-mos.
 -Dulce! -Dissemos juntos contestando a ideia.
 -Que foi? Olha a gente se conhece a anos! De uma forma ou de outra sempre fomos amigos. Está na hora de avançarmos. -pensamos durante um tempo e resolvemos concorda. Fiquei meio apreensiva. Com medo de contar um dos meus e ver a reação que teriam.
 -Vai, Ed! Você primeiro, meu laranja. -rimos de como Ross o chamou.
 -Ok. Bem, eu... eu... eu escrevo músicas. -Disse envergonhado. Ele não era o tipo de garoto que fazia coisas erradas.
 -Awn, que lindo!
 -Afs, os três podem parar! Sua vez, Dulce.
 -Bem, eu... -ela suspirou. -Isso eu realmente nunca disse a ninguém. -Quando eu tinha uns 13 anos me apaixonei pelo meu vizinho. Ele me pediu em namoro só que, quase um ano depois, ele se mudou pra outra cidade com sua mãe me deixando de lado. Isso faz com que eu não chegue perto de nem um garoto até hoje. Somente de vocês. Agora você, Ross.
 -Eu já comi minha vizinha. -Eu fiquei meia: ele não era gay? -Calma gente, foi antes de eu mudar de fruta. -Rimos. -Agora você, Becky. -Mordi o lábio inferior.
 -Acho melhor não. Vocês não vão entender.
 -Ah, vai, fala! Não vamos contar a ninguém.
 -Não, não vou falar.
 -Fala. Seja o que for ninguém aqui vai te julgar.
 -Argh, ta. É que eu... eu... eu fumo. -Disse rapidamente. Pensei no mais leve.

P.O.V Austin

 Eu estava em uma festinha. Ainda estava anoitecendo, eu sei, mas era só um aquecimento pra noite. Encostei no bar e fiquei observando as garotas. Elas são todas iguais. Aquelas não se importavam se a eternidade durasse uma madrugada. Olhei mais para o lado e vi uma morena gostosa. Fiquei a observando e à vi sorri com as amigas. Fiz uma carinha de inocente e fui até ela. Suas amigas se afastaram deixando-nos sozinhos.
 -Oi, tudo bem? -olhei ela dos pés a cabeça. Uma morena, cabelos longos e lisos. Seu vestido era vermelho bem curtinho e tomara que caia. Seu salto alto era vermelho. A cor de sua boca combinou com sua roupa. Mordi os lábios e ela me olhou sorrindo sapeca. Já vi que esse "oi, tudo bem?" ia terminar em "bom dia". Comecei a dançar com ela curtindo a música. Falei tudo o que uma garota gosta de ouvir. Coisas tipo: "você está linda", "você é a mais linda de todas", "vem ser minha princesa" e outros blablabla's. Ela dizia "que lindo". Hahah, mais uma apaixonada. Acho que ela já tinha bebido bastante. Porém, deixei beber mais. Ela chegou até a fumar. Aaah, aquela morena estava me deixando louco. E depois de umas três horas, dividi com ela os lençóis. Foi uma das minhas melhores noites.

P.O.V Selena

Andava na mesma rua. Esbarrei em alguém e acabei caindo.
 -Porra, não olha por onde anda não, caralho?! -me levantei e olhei quem era. -Tinha que ser você, afs. -Todo de preto. Forte, alto. Um belo partido diga-se de passagem. Porém, não tinha tempo para essas bobagens.
 -Anda logo que já estamos atrasados! -Rolei os olhos e entramos na mesma vã preta de sempre. -Ta na hora. -Nos concentramos e o motorista deu partida. Essas são as melhores partes dos meus dias.

P.O.V Dulce

 Na hora em que a Becky disso aquilo, ficamos meio surpresos. Rolava alguns boatos de que ela até mesmo usava drogas. Mas isso só porque ela gostava de rap, hip-hop e tal. Por isso não acreditávamos. Eles não sabiam, mas falavam.
 -Becky, você tem que parar com isso.
 -Eu sei! Mas... mas não é fácil! Vocês sabem o que eu passei assim que entrei na escola. Aquilo ainda mexe muito comigo. Só quero que vocês me entendam. Minha vida não é fácil e isso é a única coisa que me ajuda a esquecer os problemas. -não podíamos retrucar. Sabíamos o que aconteceu com ela assim que entrou na escola. Olhei desconfiada.
 -É a única mesmo? -ela mordeu o lábio inferior.
 -Sim. Agora vamos ver televisão -resolvemos abafar isso e ligamos a televisão. Nos sentamos no sofá. Já havia anoitecido e era mais de 22hrs.
 -Interrompemos a programação para darmos uma noticia importante: mais um assalto na cidade. Dessa vez foi a uma joalheria. Falamos agora com uma testemunha que estava no local. Kithi, está me ouvindo? -disse o repórter. Estava havendo vários assaltos na cidade. Todos os dias tinha um.
 -Estou ouvindo sim, William. Só pensei nesse nome . Estamos ao vivo com Selena Marie, uma das testemunhas que estavam passando pela rua. Então, Selena, o que você viu? -ela parecia aflita.
 -Eu estava indo ao mercado. Comecei a ouvir barulhos de vidros se quebrando e resolvi espiar. Vi um cara todo de preto atirando na moça que morreu. Liguei para a polícia e me mantive um pouco afastada.
 -Agradecemos o seu depoimento, Selena. Por enquanto é isso, William. A qualquer momento voltamos com mais informações. É com você.
 -Obrigado, Kithi. Voltamos agora com a programação normal. Boa noite.
 -O que? Quem? Onde? Como? -eu estava, digamos, de boca aberta.
 -Cara, não acredito que a Selena tava na televisão.
 -Nem eu, Ross. Logo a Selena. E tipo, ela me ajudou hoje com o Austin.
 -Seja como for, ela ajudou a salvar a vida de muitas pessoas ali.
 -Pra mim não tem essa, Ed. Não me surpreenderia se ela estivesse envolvida nisso. -eles me olharam surpresos com o que eu disse. Nunca fui com a cara dela.

P.O.V Selena

 Idiota, idiota, idiota! Aquele filho da puta tinha me colocado em uma bela enrascada. Minha vontade era de matar ele.

 Continua.

NOTA

Oii, gente linda e.e , tudo bem?
O que acharam? Tipo, vai ser melhor que essa merda ai que eu escrevi, ta? Esse capitulo ta uma bosta.
Bem, eu vou postar com mais frequência, ok?
A Parte do Austin foi inspirada na música do capitulo que eu, particularmente, a-d-o-r-o u.ú
Agora eu vou voltar a minha cama *oo*
Porque eu amo Pandas, eu sou um Panda, e curto Pandas u.ú
Ah, digam o que acharam tah? Eu sei que ta uma bosta mas falem mesmo assim u.ú
Beijo;*

NO PRÓXIMO CAPITULO

-Que porra é essa? É suruba?
-Ai.Meu.Deus.
-Se explica agora, caralho!

Música do capitulo:Chegaí

Hit The Lights - Capitulo 1 / Professor!


"Então arrisque-se e não olhe para trás
Nunca olhe para trás"
- Teenage Dream, Katy Perry


    Segunda feira, 01 de janeiro.

 Estava calor. O céu azul com poucas nuvens o deixando ainda mais lindo. Um dia calmo na cidade. Porém, não no colegial Washington High School. Pois era seu primeiro dia de aula.
 Todos animados. Uns saindo de seus carros e outros do ônibus da escola. A turma do terceiro ano estava eufórica, afinal, era o começo do último ano para, no próximo, irem para a faculdade.
 Selena desceu do ônibus com um vestido florido, seu óculos de grau salto alto clarinho e uma bolsa branca pendurada em em seu ombro. Seus cabelos estavam com cachos volumosos. Seguiu em direção a seu armário passando despercebida por todos. Nem ligava mais, era sempre assim.
 Becky desceu do ônibus com seu fone cinza no ouvido. Estava com sua calça legging preta, casaco grande cinza e supra preto. Seus cabelos pretos estavam soltos presos somente com sua toca também preta. Sua mochila preta estava pendurada em um só ombro. Foi até seu armário, pegou o material que usaria e foi para a sala. Estava desligada do mundo, somente ouvindo sua música e lendo seu livro sentada na última carteira da última fileira. Sempre sentara lá. Olhou rapidamente a porta e viu Austin, o capitão do time de futebol e o garoto mais rico do colégio, entrar com seu time e as vadias lideres de torcida. Revirou seus olhos e concentrou-se no seu livro e na música que estara ouvindo. Viu os pés de alguém ao seu lado. Subiu seus olhos e viu Austin ali, parado ao seu lado. O encarou e depois voltou a olhar o livro. Sentiu ele mexendo em seu fone, o olhou e tirou a mão dele do mesmo.
-O que pensa que está fazendo? -disse irritada.
-Estou falando com você a horas. O único jeito que vi para me responder era tirando o seu fone.
-Ah, vai se fode garoto. -Colocou seu fone no lugar e encarou o livro. Sentiu ele tirando seu fone rapidamente e o ouviu sussurrar no seu ouvido:
-Só se você for comigo. -Ele riu debochado sendo seguido pelo time e pelas vadias líderes. 
-VAI A MERDA!
-O que está acontecendo aqui? -Olhou para frente e viu Selena. Estranhou por ela ter se metido. Voltou a olhar Austin que dessa vez estava serio. -Rebecca...
-Becky, por favor. -Ela sorriu gentilmente.
-Becky, por que gritara isso a ele?
-Esse IDIOTA não tem mais o que fazer ai fica me enchendo.
-Ah, eu tenho muita coisa pra fazer, sim.
-Como o que por exemplo o que? Bater punheta no Jason?
-Ou ou ou! Vamos com calma. Austin, você tem uma coisa para entrega-la, não acha? -Selena interrompeu antes que ficasse mais serio. Ela estava calma. Ao contrario de Becky que estava fervilhando de raiva e Austin com uma expressão estranha. O mesmo esticou a mão a Becky a entregando o seu fone e indo se sentar no seu lugar que era do outro lado da sala junto com o seu "grupinho".
-Puf, idiota. -resmungou. Olhou para frente e Selena a olhava sorrindo. -Acho que .. obrigada? -Soltou uma risada fofa.
-Não tem o que me agradecer. Austin e a turminha dele são uns idiotas mesmo.
-Só não entendi por que ele lhe obedeceu. -Becky a encarou esperando uma resposta. Austin não respeitava a ninguém. Por que obedeceria Selena? Logo, Selena?
-Ah, é só saber como agir com ele. -fala cada palavra sorrindo. O que irritava Becky. A mesma sorriu amarelo e se sentou em seu lugar. Selena foi para a carteira que ficava de frente para o professor. Logo, todos entraram na sala.
 Ross se sentou na frente de Becky e ao seu lado Ed. Logo entrou Dulce, se sentando a seu lado.c Nenhum dos quatro nunca soubera dizer o por que de se sentarem assim. Por serem, tecnicamente, os "excluídos" e "estranhos" da sala? Talvez. Mas os quatro, nunca haviam trocado uma palavra. Ross era amigo de Ed. Andavam juntos para cima e para baixo. Dulce e Becky nunca trocaram nenhuma palavra.
 O Professor entra na sala, calando todos.
 -Bom dia, pessoal. -comprimento-os.
 -Bom dia, professor. -ele sorriu simpático com a resposta.
 -Como eu sei que vocês amam matemática e, para a sorte de vocês, começaram seu dia com 3 tempos, iremos fazer um trabalho em grupo. -começou um alvoroço. -Silencio, pessoal. Bem, eu escolherei. Será de seis pessoas. -rapidamente, Dulce, Becky, Ross e Ed se entreolharam. O professor falou o nome de todos, faltaram seis. Todos eles bufaram já sabendo com quem iriam ficar. -E, por fim, Rebecca Gomez, Selena Gomez, Dulce Saviñón, Edward Sheeran, Ross Lynch e Austin Mahone. Podem se juntar. -todos os seis levantaram a mão. -Alguma pergunta, senhores? -disse o professor estranhando tal atitude.
 -Podemos fazer sozinhos? -fez uma cara estranha.
 -Venham os seis, por favor. -se levantaram e seguiram o professor para fora da sala. -Por que não querem fazer juntos? -começaram a falar juntos deixando o professor confuso. -Calem-se! Um de cada vez. Rebecca?
 -Não quero fazer meu trabalho com esse idiota do Austin.
 -Por que?
 -Como eu disse, professor Salvador, ele O idiota em pessoa. O rei da idiotolândia. -todos, menos o professor e o Austin, riram.
 -Hahahah, nossa, muito engraçado essa piada. Só que, só pra te avisar, o Halloween já pode tirar a máscara de bruxa. Ops, desculpa, é a sua cara. -Becky se preparou para lhe dar um soco.
 -Parou! Já vi que se eu colocar vocês em um grupo vão acabar se matando! Austin, vai fazer o trabalho sozinho.
 -Professor? -Selena lhe chamou. -Posso fazer sozinha? -ela sabia que Ross não gostava muito dela. Salvador suspirou.
 -Olha, Austin faz sozinho, Selena também. Dulce, Rebecca, Edward e Ross fazem juntos e ponto final. -entraram na sala e se sentaram em seus lugares. Dulce, com seu cabelo vermelho encaracolado, estava com uma camiseta branca, colete preto, calça jeans escura e bota preta, não se incomodava a fazer o trabalho com eles. Estava até gostando. Achava melhor do que fazer com qualquer outras pessoas da turma. Ross estava com uma calça jeans azul claro, supra branco, camisa branca e uma xadrez azul por cima. Seus cabelos loiros jogados, como sempre, para o lado, estava gostando. Sempre quis se aproximar delas. Ed, com seu cabelo alaranjado, sua velha calça jeans, seu tênis branco e sua camisa escura, estava estranhando o pouco. Já que não costumava falar com garotas daquela escola. Becky estava "tanto fez como tanto faz". Se sentaram, um virado para o outro, e começaram a fazer o trabalho.
 -Ai, gente, to bege com essas contas. -Dulce riu fofa e Becky riu escandalosamente do que Ross dissera. Não sabia disfarça sua risada.
 -Olha a porta, Ross! -Ed o chamou atenção.
 -Ah, vai ver se eu to na esquina, Ed. -elas riram mais.
 -O que está acontecendo ai atrás? -Salvador olhou curioso.
 -Nada professor, estamos apenas discutindo como faremos essa conta. -Ross o respondeu.
 -Repita então o que eu disse. -o desafiou. Todos se entreolharam. Não haverá prestado nem uma atenção no que o professor dissera. Becky bufou.
 -O senhor disse que a sobre b mais raiz quinta de 87 vezes 401 elevado a zero é igual a um. -todos olharam para ela surpresos. Principalmente Dulce, Ross e Ed. O sinal tocou.
 -O trabalho fica para casa. Quero ele pronto para a próxima aula. -todos guardaram seus materiais e saíram de sala. Seguiram para seus armários e depois para o refeitório. Becky se sentou em baixo de uma árvore, Ed e Ross se sentaram a uma mesa para almoçar e Dulce também. Porém distante deles. Comia sua maçã e viu Selena se sentando a sua frente.
 -Olá. -a garota de cabelos escuros dissera sorridente. Dulce a ignorou. -Como vai?
 -O que você quer, garota? -disse seca. Nunca gostou de Selena. O sorriso da mesma sumiu.
 -Só estava tentando puxar assunto.
 -Está fazendo isso com a garota errada. -a encarou. -Pensa que me engana? Pode enganar a todos nesse colégio, menos a mim! -Selena a encarava como quem não entendia sobre o que ela falava.
 -Acho melhor sair daqui. -Dulce sorriu sínica para ela sem mostrar os dentes. Ela se levantou e saiu. Dando as costas a menina de cabelos vermelhos.
 -Puf, sínica. -disse a si mesma.

  Continua.

NOTA

Oi pessoas, tudo bem? Então, não sei se ta bom o primeiro capitulo, porém tentei deixar o mais intersante possível.
 Se quiserem dar sugestões, se quiserem que eu mude alguma coisa, na forma de escrever, talvez, é só falar c:
 Agora eu vou comer chocolate fazer alguma coisa que eu ainda não sei o que é ashuashuashsua'
 Beijo  amores'

NO PRÓXIMO CAPÍTULO

-Ah, vai, fala! Não vamos contar a ninguém.
-Não, não vou falar.
-Fala. Seja o que for ninguém aqui vai te julgar.
-Argh, ta. É que eu...

Música do capítulo:Teenage Dream

5 de out de 2013

Hit The Lights


 Sinopse: Seis pessoas. Vidas diferentes, pensamentos diferentes, jeitos diferentes. O destino agirá novamente. Para o bem ou para o mau? Amizade, amor ou ódio? O que, afinal, fazem eles se troparem? Ah, isso somente o tempo irá dizer.
 "Hit The Lights" é uma historia onde todos são iguais sendo diferentes. Com destinos traçados, porém com a lição de que nada é previsível. Então, apague as luzes e deixe a música te levar. Ganhe vida. Enquanto a vida boa vai embora, são todos os sonhos os sonhos que nunca viraram realidade.

Personagens:




 Selena Marie Gomez. A menina "inha" da escola. Aquela toda certinha. Que passava despercebida por todos. Se dava bem com todos. Se acontecia alguma coisa errada, ela nunca era a suspeita. Nem mesmo a última. Quem desconfiaria da garota toda certinha?


 Austin Carter Mahone. O "galinha". Pega todas e, quem leva a fama, são elas, não ele. Irônico, não? Também, quem iria ficar contra o capitão do time de futebol? O garoto mais rico e popular da escola? Só um louco mesmo, ne? Ele não tinha pena. Pegava TODAS. As que não pegava, humilhava. Porém, a única de quem nunca chegou perto é Selena. O por que? Bem, isso ninguém nunca sabia dizer.


 Rebecca Marie Gomez. Mais conhecida como "Becky G". Não, não era parente de Selena. Por uma coincidência do destino, tem o mesmo nome. Becky era uma garota estudiosa, romântica, meiga, amorosa... Porém, por tudo que passou na vida, era a pessoa mais fria, irônica e grossa, quando queria. O porque dela ser assim, ninguém saberá dizer. Era, digamos, presa. Não podia sair sozinha a não ser que fosse para a escola. Não contava coisas, digamos, do coração para sua mãe. Não se sentia a vontade com tal atitude. Somente escrevia em seu blog para desabafar.


 Edward Christopher Sheeran. Mais conhecido como "Ed". Um garoto meigo, romântico. Aquele que trava garotas feito princesas, mostrando que foi criado por uma rainha. Mas, infelizmente, era meio "excluído" pelos meninos por acharem gay por só andar com Ross, que era gay. Escrevia musicas porém ninguém sabia.


 Ross Shor Lynch. Descriminado por quase toda a escola por ser gay. Tinha somente um amigo, Ed. Porém conversava com toda a escola. Sem se importar com o que achavam dele. As vezes puxava assunto com Becky ou Selena, porém sempre alguma coisa ou alguém atrapalhava com Becky e Selena sempre o tratava muito bem, bem demais, o que o incomodava.


 Dulce María Espinosa Saviñón. Mexicana porém, quase sua vida toda, morou em Washington. Uma garota alegre e de paz. Falava com todos. Sempre que alguma amiga precisava ela estava lá. A qualquer hora e momento. Porém não gostava muito de se aproximar de garotos.

 Obervações:
  • História totalmente fictícia.
  • Escrita por Stace Gomez.
  • Ross Lynch, não é gay. Como disse, essa história é fictícia então, nela, somente nela, ele será.
  • Não confunda com a realidade
  • Iniciada no dia 29 de setembro de 2013.
  • Ainda não terminada.
LEMBRE-SE: Plágio é crime!